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"O ser humano ainda não tinha aprendido a amar o próximo e já inha inventado a televisão que ensina a desprezar o distante" (Millôr Fernandes).

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Síndrome do Pânico. Como cuidar

Lúcia R. Toledo

Sindrome_panicoSíndrome do pânico é um tipo de ansiedade que se caracteriza por crises súbitas, sem fatores desencadeantes aparentes.

Ocorre que o sistema de "alerta" normal do organismo - o conjunto de mecanismos físicos e mentais que permite a uma pessoa reagir a uma ameaça - tende a desencadear desnecessariamente.

O cérebro produz substâncias chamadas neurotransmissores que são responsáveis pela comunicação que ocorre entre os neurônios (células do sistema nervoso).Um desequilíbrio na produção da serotonina e da noradrenalina pode levar algumas partes do cérebro a transmitir informações e comandos incorretos. Isto é o que ocorre em uma crise de pânico.

Mas o que leva a esse desequilíbrio de neurotransmissores? Verificamos que são situações de insegurança, traumas, perdas de entes queridos, choques como roubos e assaltos, estafa, nervosismo, stress, fraqueza emocional, entre muitas outras.
Depois de ter uma crise de pânico, a pessoa pode desenvolver medos irracionais (chamados fobias) de algumas situações como dirigir, andar de elevador, namorar, ir ao cinema, etc e começar a evitá-las.
Gradativamente o nível de

ansiedade e o medo de uma nova crise podem atingir proporções tais que a pessoa pode se tornar incapaz de pôr o pé fora de casa. Desta forma, o distúrbio do pânico pode ter um impacto tão grande na vida de uma pessoa como outras doenças mais graves - a menos que ela receba tratamento eficaz e seja compreendida pelos demais.
Quem sofre de Síndrome do Pânico?

Geralmente são pessoas extremamente produtivas, que costumam assumir uma carga excessiva de responsabilidades e afazeres, são bastante exigentes consigo mesmo, não convivem bem com erros ou imprevistos, têm tendência a se preocupar excessivamente com problemas cotidianos, alto nível de criatividade, perfecionismo, excessiva necessidade de estar no controle e de aprovação, autoexpectativas extremamente altas, pensamento rígido, e são competentes e confiáveis.

Os sintomas físicos de uma crise de pânico aparecem subitamente, sem nenhuma causa aparente (ela existe, mas fica difícil de perceber) e são como uma preparação do corpo para alguma "coisa terrível". Os principais são: tontura, atordoamento, náusea, palpitações, dificuldade de respirar, calafrios ou ondas de calor, sudorese; sensação de que algo horrível está prestes a acontecer, medo de perder o controle, medo de morrer, vertigens ou sensação de debilidade, e mais.

Com base em resultados que temos obtido, sugerimos a soma de duas técnicas: Microfisioterapia e Terapia Floral.

Através da Microfisioterapia, que é uma técnica francesa de reprogramação celular, as causas do pânico são detectadas, e "apagadas ". Assim, após a renovação celular, seu organismo passa a receber mensagens diferentes das novas células, pois elas já não possuem as informações das causas do pânico e, desta forma, seu organismo reage diferente em busca da cura.

E com a Terapia Floral trabalha-se, através do equilíbrio das emoções, o fim dos problemas que causaram o pânico. Através de uma serie de entrevistas continuas, com acompanhamento constante e individualizado, a administração de florais de acordo com as causas descobertas prepara o paciente para que ele possa enfrentar seus limites e as adversidades vitais de uma maneira menos estressante.

Serviço: Lúcia é terapeuta flora e a Dra. Viviane trabalham com Microfisioterapia e elas atendem em São Paulo, no Espaço Vila Harmonia (11) 2476-3449, em Lins (14) 3523-8103, Marília: (14) 8124-0622 e Birigui: (18) 3641-6006. Saiba mais consultando os sites: www.sunflowers.com.br - www.microfisioterapia.com.br - www.villaharmonia.com.br 
Mais informações: lucia@sunflowers.com.br e draviviane@microfisioterapia.com.br

Sofrer de pânico não é loucura, nem "frescura". O melhor jeito para conviver com uma pessoa que passou ou passa por este problema, é compreende-la e tranqüiliza-la, trazendo-lhe bem-estar.


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Quer resolver ou quer apenas falar sobre os problemas?

EFTA maioria das pessoas que gosta de falar sobre os seus problemas, faz parecer que desejam que aquilo seja resolvido, mas, na verdade, elas querem apenas falar. Isso é mais comum do que você possa imaginar. E existem vários motivos inconscientes que estão por trás disso. O que tenho observado, é que temos um apego aos problemas que dizemos ter vontade de resolver. E eu também me incluo nisso muitas vezes.

Isso acontece quando estamos conversando com a família, com os amigos, e até mesmo nos processos terapêuticos. A conversa as vezes parece aliviar alguma coisa, mas é raro que tenha realmente um efeito terapêutico a ponto de mudar o comportamento ou os sentimentos que estão profundamente enraizados. Para algumas pessoas isso pode até ocorrer, mas existem aqueles que são "contadores de problemas profissionais". A essas pessoas, interessa apenas a atenção que se recebe. E quanto mais você der atenção, mais ela gosta de se sentir injustiçada, vítima, alimentando o seu comportamento. Se você deixa de ouvir, ela vai procurar outra pessoa "que a compreenda melhor".

Com a experiência em observar as pessoas como terapeuta, consigo enxergar que é só aplicar um pouco de EFT para certos sentimentos que aquele problema todo começa a deixar de existir. Mas a pessoa quer realmente que isso aconteça?

O processo da EFT normalmente dá resultados tão rápidos que tem clientes que se assustam e não continuam o tratamento. Na verdade, ela está indo para a sessão com vontade de alimentar aqueles problemas, e, quando começamos a aplicar e as coisas começam a se resolver, alguns não continuam. Já aconteceu até uma vez de uma pessoa que praticamente não me deixava aplicar a EFT, eu tentava interromper para fazer a aplicação e ela dizia "não peraí, tem mais isso e isso...". Era quase impossível, e eu tinha que esperar pacientemente e com muita habilidade por uma outra oportunidade. Eu sabia que se fizesse a EFT naquele momento, o alívio seria muito grande. Mas o objetivo dela era falar, e não resolver.

Mas não é só o sentimento de vítima que alimenta esse apego. Tem um sentimento que já detectei em vários clientes. É um pensamento altamente sabotador que diz mais ou menos assim: "E se eu resolver isso, o que vou fazer depois? Que objetivo terei?". É difícil ficar sem objetivo na vida. Nossa meta básica é eliminar problemas, e as vezes vem esse sentimento de que se eliminarmos aquilo vai ficar um vazio, como se não fossem surgir outras questões importantes para serem resolvidas.

Tem também outro pensamento como (que é parente do pensamento citado no parágrafo acima) "os problemas são muito importantes para o nosso crescimento". Realmente, é para a gente crescer e se livrar deles, aí surgirão outros problemas, e nós devemos também novamente crescer e ultrapassar, expandindo sempre nossa zona de conforto. O fato é que, muitas vezes nos mantemos estagnados em certas dificuldades por um tempo longo demais ou até mesmo a vida inteira, e por trás disso, pode ter o pensamento "os problemas são importantes pra mim, eles me ensinam". Já detectei isso de forma bem clara em sessões.

Outros motivos que nos fazem sentir apego são os ganhos secundários. Manter certas dificuldades pode significar receber atenção da família, seja financeira ou emocional, pode ser para se auto punir por algo, pode também significar se vingar de alguém mantendo um jogo de raiva ou culpa.

Para exemplificar esse último tipo de apego citado, outro dia tive uma cliente que sentia uma dor constante de um nível quase que insuportável depois de ter sofrido um acidente junto com o marido. Ela ficou paraplégica, e ele não teve nada.

Fazendo a EFT para as dores, surgiu um certo alívio e começou a aflorar um sentimento de raiva muito grande do marido, pois o acidente foi responsabilidade dele. Isso foi há quatro anos, e eles continuaram casados. Só que a única coisa que o mantinha nesse casamento, era o sentimento de culpa. E essa culpa era alimentada toda vez que ela a via na cama sentindo dores. Ela sentia raiva, jogava na cara dele, ele se sentia culpado e jamais iria separar dessa maneira. Quando isso ficou claro, ela ficou de ligar para marcar novas sessões, e nunca mais apareceu. Ou seja, para ela, era importante se manter com raiva e com as dores para manter o jogo de culpa e não correr o risco de acabar o casamento.

Todos esses ganhos secundários podem ser trabalhados de forma bem sucedida com a EFT, para que sejam eliminados. As vezes é difícil que a gente consiga identificar sozinho. E muitas vezes, antes que isso ocorra, desistimos de seguir em frente, pois os ganhos secundários provocam uma grande auto sabotagem. Uma vez que detectamos, devemos imediatamente aplicar a EFT, isso é importantíssimo para termos sucesso.

EFT

EFT significa - Emotional Freedom Techniques, ou Técnicas de Libertação Emocional. Pode ser considerada como a "Acupuntura Emocional sem Agulhas". É um método de desbloqueio energético e emocional que proporciona alívio para os mais diversos tipos de questões: ansiedade, obesidade, vícios, compulsão, insônia, depressão, pânico, fobias, medos, traumas, insônia, insegurança e outros problemas emocionais, além de trabalhar dores e sintomas físicos. Proporciona auto-estima, confiança, paz interior, elimina pensamentos e sentimentos negativos, melhora a saúde emocional e física.

Serviço:
Para mais informações sobre o EFT acesse o site: www.eftbr.com.br


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