A prática de medicinas tradicionais, ou alternativas, como chamam hoje, já é uma realidade na rede pública de saúde em São Paulo, e a tendência é espalhar pelo país afora o uso dessas medicinas não-alopáticas.

Sua eficiência é comprovada pelo uso há mais de 2000 anos (número até modesto para a Medicina Ayurvedica, por exemplo, que, segundo alguns textos clássicos, remonta a um período ainda mais distante), e é um passo grande para o sistema de saúde público finalmente reconhecer e adotar essas formas de cura e de manutenção do estado de saúde pleno. Quem utiliza os métodos “alternativos” sabe muito bem de sua eficiência. Agora mais gente vai poder usufruir, e gratuitamente, desses serviços.

A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo possui atualmente um dos maiores programas públicos de incorporação das Medicinas Tradicionais nos serviços de saúde do Ocidente, que vem servindo de modelo para incorporação de tais práticas em vários municípios no Brasil. Essas iniciativas ocorrem em sincronia com um movimento mundial, sendo baseado em iniciativas da (Organização Mundial de Saúde), particularmente a partir de 1978 (ano da realização da Conferência de Alma-Ata, URSS) com resoluções sobre a atenção efetiva que a nossa saúde exige. No Brasil, iniciativas municipais e estaduais já acontecem, visando a incorporação das Medicinas Tradicionais, Homeopatia e Práticas Integrativas e Complementares no SUS. O Ministério da Saúde acompanha tais iniciativas, estruturando vários grupos de trabalho, culminando com a edição da Portaria 971/2006 do Ministério da Saúde.

Nas práticas integrativas e complementares estão incluídas no SUS, até o momento, a Medicina Tradicional Chinesa, Homeopatia, Fitoterapia, Termalismo Social/Crenoterapia e Medicina Antroposófica.

Essas práticas reúnem concepções diferenciadas das ciências biomédicas ou medicina ocidental, com uma grande ênfase no que chamamos de “Integralidade da abordagem”, onde o corpo, a mente e o meio em que vivemos formam uma entidade complexa e não estão separados, como pode parecer a princípio. Isto implica, entre outras coisas, na atuação sobre os fatores causais das enfermidades, além da atuação sobre suas manifestações, como também no resgate da responsabilidade dos indivíduos sobre seu processo de cura.

Nas medicinas tradicionais estão incluídas a medicina tradicional chinesa, a ayurveda (indiana), a medicina unani árabe e as diversas formas de medicina indígena. As terapias das MTs incluem terapias sem medicação, como a acupuntura, terapias manuais e terapias com medicações, com ênfase no uso de terapias herbais. Porém, a principal característica das medicinas tradicionais é sua elaboração no interior de cosmovisões naturistas e holísticas, com abordagens integrais do processo de determinação das enfermidades.

A Secretaria Municipal de Saúde conta com um grande número de unidades de saúde com serviços em algumas modalidades destas especialidades, tais como práticas corporais, meditação, Acupuntura e Homeopatia, plantas medicinais e alimentação saudável…

Mais informações: tel: (11) 3397-2223
medicinastradicionais@prefeitura.sp.gov.br
Em outros Estados, procure também a Secretaria de Saúde de sua cidade.


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