Sou super-fã das crianças não só agora mas já há muitos anos. Tive só uma filha biológica, e maravilhosa, a Roberta, e ajudei um pouco a criar 3 enteadas que ficaram muito minhas amigas: a Anilza, a Ana Cláudia e a Isabelle. E tive bastante contato com sobrinhas da minha filha (quando ela nasceu já tinha uma sobrinha e logo depois teve outras sobrinhas) e sobrinhas naturais, filhas de minha irmã.

E agora tenho um netinho biológico, o Felipe, que tem um ano e meio, e duas netinhas não biológicas, a Beatriz e a Clara, que me adotaram como vovô postiço.

No sábado, dia 23 de abril, tive experiências maravilhosas com os 3 ‘netinhos’ e com outras crianças que eu não conhecia, e vou contar para vocês.

Mas primeiro vou escrever sobre um assunto que eu não entendo direito. Há uns 4 anos atrás, entrevistei um veterinário homeopata e ele me disse uma coisa que achei bem estranha e não entendi nada. “Tenho recebido vários casais jovens que chegam aqui trazendo cachorrinhos e me dizem que têm cachorrinhos porque acham mais barato e mais simples de criar do que crianças. E acho que em função disso vários dos cãezinhos que eu atendo estão apresentando doenças que antes não tinham e que eu percebo que são muito parecidas com doenças humanas. Acho que eles estão absorvendo essas doenças de seus pais. E acho também que é possível que o Brasil logo tenha mais cachorros do que crianças.”

Achei tudo estranho e não entendi nada. Mas poucas semanas depois disso mudou um casal jovem para vizinho ao apartamento onde eu morava. E poucos dias depois ouvi a moça ao chegar ao apartamento, acho que depois de seu trabalho, tocar a campainha e falar sem abrir a porta: ‘Filhinha é a mamãe que acabou de chegar.’

E aí ouvindo uns latidos, percebi que ela estava falando e tratando a cadelinha como filhinha. E já ouvi muitas vezes essas frases ditas por mulheres para cachorros com quem estão passeando nas ruas.

Curiosamente, poucas semanas depois disso li num livro de um monge budista chinês que várias pessoas que tinham sido muito picaretas em suas vidas, principalmente em relação ao ‘ganho’ de dinheiro, ao desencarnarem estavam nascendo tempos depois como cachorros.

Essa afirmação não se referia ao Brasil, mas a outros países. Mas fiquei achando que é por isso que os cachorros estão fazendo sucesso no Brasil. Porque hoje já há mais cachorros aqui do que crianças.

O meu sábado com as crianças

Agora conto para vocês coisas maravilhosas que vi e senti com crianças no sábado que citei para vocês.

Fui com minha filha e o netinho numa casa de brincadeiras de crianças muito interessantes, na rua Joaquim Antunes e que se chama: Mamusca. Na casa há vários brinquedos interessantes e eu ouvi algumas crianças falarem: ‘acho o elefante e o leão bonitos, mas gosto muito mais do dinossauro.’ E minha filha também falava os nomes dos brinquedos para o meu netinho e ele repetia mais ou menos.

E algumas crianças vinham trazer coisas para mim e um garoto disse: “Tio eu quero brincar com o senhor. Vamos brincar? ’ E claro eu aceitei o pedido dele e brincamos um pouco jogando um tênis infantil e fazendo outras coisinhas.

Gostei muito das coisas infantis que vi e ouvi, e percebi que as crianças se entendem com bem mais facilidade do que os adultos.

Hoje as crianças são muito inteligentes e li um estudo científico que mostrava que as crianças até os 7 anos aprendem num dia 25 vezes mais coisas do que qualquer adulto, no mundo inteiro. Porque elas usam o cérebro inteiro, os dois hemisférios e mais a parte prática do cérebro que fica na altura da nuca.

Na noite desse sábado que citei fui visitar as duas netinhas não biológicas e levei dois livros para elas. Para a Bibi, que tem 8 anos, levei um livro de orações para Deus. E para a Clarinha que tem 5 anos, e está no pré-primário, levei um livro chamado Primeiro Ano, com brincadeiras para crianças aprenderem muitas coisas. E eu acho que a melhor forma de as crianças aprenderem qualquer coisa é ensinarmos meio na brincadeira, e não como coisas obrigatórias.

E eu esperava que a Clarinha fosse brincar com o livro daqui a vários meses quando ela estivesse perto de entrar no primeiro ano. Mas ela pegou o livro, gostou, perguntou para a vovó Sofia umas coisinhas, e não é que logo, logo ela já estava resolvendo os problemas com palavras, com letras e também com números. Eu e a Sofia ficamos impressionadíssimos com a inteligência dela.

A Bibi acho que ainda não começou a ler o livro de orações, mas tenho certeza que logo começará e gostará muito. E ela também é super-inteligente: tem 8 anos e já está escrevendo um livro.

Obrigado crianças, adoro todas vocês.

 

 


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