PARTICIPE DA CAMPANHA Segunda sem carne.

(E depois faça a sua campanha de terça-feira a domingo sem carne, ou com muito pouquinha)

Entrada: Saúde para dar e vender

Um cardápio sem carne tende a reduzir a ingestão excessiva de colesterol e gorduras saturadas que o brasileiro consome. Bons substitutos da carne são os feijões, incluindo grão-de-bico, ervilha e lentilha. O seu uso aumenta a ingestão de fibras e diversos compostos protetores da saúde. Leia mais sobre a composição de um prato vegetariano saudável no site da Sociedade Vegetariana Brasileira (www.svb.org.br).

Prato principal: Solução para o aquecimento global

A indústria pecuária é responsável por aproximadamente 18% das emissões globais de gases causadores do efeito estufa. Só o desmatamento causado pela pecuária emite aproximadamente 2,4 bilhões de toneladas de CO2 por ano. Já na América do Sul, a pecuária gera diretamente 80% do desmatamento no bioma Amazônico.

Sobremesa: Paz e justiça social

Segundo a ONG Repórter Brasil, “a pecuária bovina é a principal atividade econômica que utiliza escravos no Brasil”.  Esta atividade também está relacionada à grilagem de terra e à violência no campo.

Pelas Pessoas

Uma dieta sem carne favorece a prevenção de doenças crônicas e degenerativas como doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, obesidade, diversos tipos de câncer e diabetes.

Pelos Animais

Hoje, mais de 67,5 bilhões de animais terrestres são criados no mundo a cada ano,  com a justificativa de que precisamos nos alimentar. O reino vegetal, porém, é plenamente capaz de encher nossos pratos, com muitas vantagens. Provação de comportamentos naturais básicos, aceleração do crescimento, procedimentos mutilatórios e outros maus tratos são rotina na indústria da carne. Animais são seres sencientes (capazes de sofrer e experimentar alegria) e merecem o nosso respeito.

Pela Sociedade

Grande parte dos grãos produzidos mundialmente vão para a alimentação de animais, incluindo 60% do milho e da cevada e até 97% do farelo de soja.E a maioria destes produtos animais é consumida pelos povos mais ricos. Em um planeta com um bilhão de pessoas passando fome, as carnes apresentam- se como uma fonte de alimentos extremamente ineficiente, demandando recursos escassos como água e terras agriculturáveis – que poderiam ser usados para alimentação humana direta.

Pelo Planeta

Já há quase7 bilhões de pessoas na Terra e para produzir carne para esta população é preciso criar bilhões de animais que consomem água, comida e recursos energéticos, demandam espaço, produzem grandes quantidades de excrementos, contaminam os mananciais, causam erosão e geram poluição atmosférica. A criação de animais para abate é uma forma ineficiente de produzir alimentos: para cada quilo de proteína animal são necessários de 3 a 15 kg de proteína vegetal (milho, soja, etc.)

E agora eu, Roberto Inácio, dou a minha opinião:

Lendo esse texto num folheto fique impressionado e quero ajudar a divulgar essa campanha porque ela me parece 100%.

Eu já fui bem guloso e só me preocupava em comer coisas ‘gostosas’ e não comida saudável. Inclusive tive um restaurante nessa base na praia de Paúba. Hoje sou muito mais preocupado com a comida saudável e sou mais ou menos vegetariano. Não sou totalmente porque quase que só faço refeições em restaurantes e nem sempre, principalmente para o jantar, tenho condições de passar num restaurante vegetariano. Mas ainda assim como pouquíssima carne, quase nada. E me sinto bem e saudável com essa alimentação.

E há uns 15 anos um ex-funcionário de uma grande produtora de carnes de frangos e outras me contou que largou o emprego porque leu um estudo médico para a empresa que afirmava que com a quantidade de hormônios que a empresa utilizava havia o risco de os jovens que comessem muito essas carnes hormonizadas brutalmente começarem a ter seios.  Achei isso muito estranho na época, mas hoje vejo na rua jovens e até idosos com ‘seios’ já bem grandinhos. E ouvi dizer que os homens também começaram recentemente a ter câncer de mama.

E recentemente uma funcionária da Korin, uma empresa que só produz alimentos muito saudáveis, me disse numa entrevista que 90% dos antibióticos fabricados no Brasil são vendidos atualmente para os fabricantes de carnes de vacas e de galinhas e frangos. Barbaridade, hein?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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