A Astrologia, diferente do que a maioria considera, nasceu junto com a Astronomia em tempos imemoráveis por nós mesmos. Este tempo era um tempo que não conhecemos. Um tempo em que o ser humano era integrado com a natureza, com seus ciclos naturais, com suas observações e pensamentos ligados com as plantas e os animais, os ciclos da Terra, do Sol, da Lua e de todos os outros planetas que podiam ser observados no céu.

Assim, pela concepção deste ser humano que hoje em dia nas grandes cidades nem tal sombra é fácil de encontrar, eles foram percebendo que quando um filho nascia numa determinada data, em determinado horário, quando a Lua estava mais próxima de Venus, entre outras influências, esta pessoa se desenvolvia de um forma característica daquela época, daquele dia, daquele horário.

Veja bem, é dificil para nós entender exatamente esse processo, tente se lembrar das histórias que escutamos do passado da humanidade. Das tribos onde o conhecimentos era passado oralmente de pai para filho, onde a familia com mais descendentes era a mais forte, de como as pessoas dependiam do tempo para fazer viagens longas, para plantar, para colher, para viver.

Pois bem, é nesse tempo que a Astrologia e a Astronomia nasceram.

Há indícios desse conhecimento nos povos da Suméria, Babilônia, Egito, Mesopotâmia, Grécia, India, etc., sendo que os primeiros indícios datam de 15 mil a.C.

Portanto, durante milênios a astrologia e a astronomia foram respeitadas e seguidas por grandes sábios, estudiosos, sacerdotisas etc.

O que acontece e a maioria desconhece, é que a Astrologia leva em consideração a posição aparente dos corpos celestes vistos de certo local da Terra em um dado momento, a isso se equivale o Zodiaco Tropical que serve de base para a interpretações dos mapas. Diferente da Astronomia que leva em consideração a posição real das constelações no céu.

O Zodíaco tropical é um sistema que leva em conta tanto o Equinócio de primavera do hemisfério norte como a entrada do signo de Áries, iniciando o ano astrológico. Isso significa que a astrologia tradicional não utiliza as posições das constelações como na astronomia e sim as estações do ano e os ciclos naturais para definir os períodos do ano astrológico. O ano astrológico é dividido em 12 signos de 30 graus cada um.

Somente recentemente em nossa história, aproximadamente no ano de 325 d.C. com o Concílio de Nicéia o Cristianismo além de já ser a religião ocidental com maior poder coibiu qualquer prática, crença e costumes que não fossem assumidos pela Igreja como verdadeiros. Houve então ataques e perseguições a tudo que não estivesse alinhado com o pragmatismo da Igreja, que tomava naquele período a direção política e religiosa das nações. Então somente em alguns poucos povoados e através de alguns estudiosos que já tinham o conhecimento é que a Astrologia continuou a ser estudada e respeitada. Isso ainda durou anos, até que em torno de 1600, na era do racionalismo, revolução copérnica, houve o maior declínio desse estudo.

Somente nos anos 90 que a Astrologia retomou seu fôlego, houve movimentos de reaver este conhecimento tão valioso à humanidade. A informação vem sendo difundida através de escolas por todo o mundo, proporcionando mais entendimento e clareza sobre os acontecimentos da vida.

Alessandra M. Esquillaro
caminhodoseronline.blogspot.com
www.cnastrologia.org.br 


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